A Google voltou a atualizar a sua extraordinária ferramenta de reconhecimento virtual do planeta terra. O novo Google Earth 6 permite agora uma experiência tridimensional das ruas… até hoje nunca conseguida. Podemos voar pelas cidades e visualizar as mesma numa perspectiva 3D onde foram incluídos novos elementos a este cenário terrestre.
O ambiente está mais realista ao incorporar elementos naturais, antes ignorados. Árvores, edifícios históricos e novas funcionalidades de visualização periférica oferecem mais qualidade e grandiosidade a este projeto da Google..
O Google Earth 6 permite agora ver as árvores e parques verdes em 3D, por todo o mundo. Esta colecção está a crescer, pois muitos parques estão a ser adicionados à colecção existente. No vídeo a seguir, pode ver como é feito um zoom ao nível do solo, se tornando um recurso bem legal para quem é fã do greenpeace ou da WWF.
Também foi inserida, em cada área que estamos a visitar, a visualização em 3D dos edificios históricos, se existirem na área, isso sim, é bem legal :)
Mas há mais. A Google permite “viajar” no tempo, isto é, nesses edificios históricos que o Google Earth mostra, existe uma linha do tempo. Navegando nessa linha, podemos ver imagens desses monumentos no antigamente, montando fragmentos históricos para trazer ao presente a imagem do passado encrostado nesses edifícios e no meio envolvente.
Navegue, arraste para qualquer lado o pequeno “pegman” e veja o que circunda esse local, poderá descobrir a história através da evolução do terreno.
São recursos extraordinários pois à medida que o tempo passa, mais informação de referência é adicionada a este serviço que a Google faz questão de disponibilizar gratuitamente. Descarregue a última versão e comece já a navegar pelo mundo. Tenha uma boa viagem!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
MGTC, Mistureba Generalizada de Todas as Coisas
A Mistureba Generalizada de Todas as Coisas é apenas a soma total de todas as maneiras diferentes que haveria para compreender tudo que existe nos vários universos, caso existisse uma.O Guia do Mochileiro das Galáxias tem muito a dizer sobre a questão de universos paralelos. Muito pouco disto, porém, é compreensível pra qualquer um abaixo de nível de Deus Avançado, e desde que atualmente é consenso que todos os deuses conhecidos vieram à existência uns bons três milhionésimos de segundos depois que o Universo começou (em vez de, como dizem por aí, uma semana antes), eles já têm muito com que se preocupar pra explicar isto, e portanto não estarão disponíveis pra comentar sobre questões de física por agora.
Um ponto encorajador do Guia tem sobre isto é que a questão toda de universos paralelos é que você não tem a mais remota chance de entendê-los. Você pode depois dizer "O quê?" e "Ahn?" e até mesmo sair zarolho rindo loucamente se quiser sem qualquer medo de parecer um idiota por isso.
A primeira coisa que devemos saber sobre os universos paralelos, explica o Guia, é que eles não são paralelos.
Também é importante saber que eles não são, estritamente falando, universos, mas fica mais fácil tentar compreender isso um pouco depois, após compreender que tudo o que você havia compreendido até então não é verdade.
O motivo pelo qual não são universos é que qualquer universo em particular não chega exatamente a ser uma coisa, mas sim uma maneira de compreender o que é tecnicamente conhecido como MGTC, Mistureba Generalizada de Todas as Coisas. A Mistureba Generalizada de Todas as Coisas também não existe na prática — é apenas a soma total de todas as maneiras diferentes que haveria para compreendê-la, caso existisse uma.
O motivo pelo qual não são paralelos é o mesmo pelo qual o mar não é paralelo. Não significa nada. Você pode fatiar a Mistureba
Generalizada de Todas as Coisas do jeito que quiser e geralmente vai acabar com algo que alguém vai chamar de lar.
Por favor, sinta-se à vontade para enlouquecer agora.
Praticamente Inofensiva, Douglas Adams.
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